segunda-feira, 25 de novembro de 2013

As Long As You Love Me - Cap (84)

"Cegueira também é isto, viver num mundo onde se tenha acabado a esperança." 

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_Agora veste uma camisa e vamos!



Descemos para sala onde todos nus esperávamos para se despedir por que de lá pegaríamos um voo para Miami, abracei Diana, Bruce e Pattie. Peguei Mell no colo e dei um abraço apertado e ela retribuiu, Justin pegou ela de mim e me abraçou de lado e saímos para fora da casa, Pattie havia emprestado o carro e quando deixassemos o mesmo na pista de pouso algum dos seus criados levaria para casa, quando chegamos perto dele Justin parou e colocou Mell no chão que fez um biquinho de choro.



Justin: hey! uma princesa não chora -ele apertou de vagar seu minúsculo nariz-


Mell: tô co saudades do fofuxo -fofuxo era o lençol cheio de pelinhos que ela adorava-


Justin: mamãe não trouxe o fofuxo?


Mell: não!


Justin: prometo que assim que chegar mando pelo correio ele.


Mell: não imão, eu quelo ir pa casa -ela abraçou seu pescoço-


Justin: em breve meu anjo, logo logo você e a mamãe voltará. -ele separou dela e beijou sua testa- amos? -ele se levantou e virou para mim-


Acabei abraçando cada um de novo antes de entrar no carro, Justin buzinou duas vezes e partimos, ele pediu para que eu liga-se o GPS para não se perder, entrei em tédio profundo durante o caminho, estávamos em silêncio mais dava para ver sua tenção e preocupação enquanto dirigia, para descontrair comecei a fuçar até achar o porta CD's, comecei a procurar um que preste, Justin passava os olhos as vezes em mim vendo o que procurava, achei um que me interessa-se, Justin Timberlake, ironia não? Quando estendi a mão para por dentro do som o CD Justin franziu o rosto e tratou logo de falar.


Justin: o que é isso em seu braço? -merda, como fui dar essa bobeira, pensei-


_Ah, não é nada -puxei meu braço de volta colocando meus cabelos em cima-


Justin: claro que é, deixe-me ver -e no momento ele havia tirado os olhos da pista mais logo voltou a olhar para frente-


_Eu bati meu braço na porta, só isso -foi o que pensei na hora, mas não pude evitar o momento que ele com delicadeza tirou meus cabelos de cima e puxou meu braço sem que machuca-se, estávamos passando por uma espécie de floresta onde as árvores fechava fazendo um túnel, ele parou no acostamento e olhou para mim, suas expressão era de espanto totalmente assustado, eu não sabia mais arrumar um jeito de mentir, ele viu o que era, viu o formato não havia como engana-lo, procurando as palavras ele tentou falar mas não conseguia até que na segunda vez depois de alguns minutos ele conseguiu, minha cabeça mantia abaixada.


Justin: isso...isso foi eu? -poucas palavras que ele havia dito saiu como um sussurro, fiquei quieta do mesmo jeito que estava, não e pronunciei- por favor, diga (SN)...-sua voz saiu em um imploro, rezando para que não fosse-


_Justin...-levantei a cabeça para olhar em seus olhos- eu sei que foi sem querer, sei que você não queria fazer isso -a cada palavra que dizia ele negava com a cabeça, repetindo "não" várias vezes, ele saiu do carro e começou a andar para o lado e para o outro com as mãos na cabeça, até que ele parou e começou a chutar o carro, como já imaginava ele perderia a cabeça, sai do carro depressa e o puxei para um abraço mais ele se afastou e continuou a dizer "não"- ei amor, eu sei que você não queria fazer isso, nem dói, a marca já está saindo -sorri nervosa tentando acalma-lo-


Justin: NÃO (SN), VOCÊ NÃO ENTENDE, É SEMPRE ASSIM QUANDO NÃO MACHUCO OS SENTIMENTOS DE ALGUÉM MACHUCO FISICAMENTE...EU SOU RUIM (SN), SEU SOU RUIM...-ele gritava apavorado, aquelas palavras doía maisque qualquer marca que tivesse em meu corpo, abracei ele novamente e dessa vez ele não recuou, pelo contrário me abraçou mais forte afundando seu rosto em meus cabelos, como se estivesse com vergonha de si próprio- por que ainda está comigo, eu não entendo...


_Por que meu destino foi traçado ao seu, eu também não posso viver sem você Justin, todos nós cometemos erros e quando nus arrependemos é a melhor forma de se pedir desculpas a alguém -meus olhos se fecharam pelo forte vento que havia dado, aquele sentimento de sossego reinou mesmo os carros passando a toda hora- não ha dor pior do que tiver se culpando desse jeito! -ele foi se desfazendo do abraço e passou a mão no local onde estava roxo-


Justin: eu prometo que isso nunca mais acontecerá, não deixarei nada nunca te acontecer.


_Eu sei que não vai -entrelacei nossas mãos, voltamos para o de mãos dadas, ele deu a partida do carro e seguiu em frente, minha mão estava pousada em meu colo, ele puxou e entrelaçou novamente nossos dedos e assim fomos o resto do caminho, juntos, agarrados, inseparáveis.

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