segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

As Long As You Love Me - Cap (88)

Não me julgue pela aparência, pois ela não amostra um terço do que sou capaz de fazer.



_Ele fugiu -me mantive olhando para estrada enquanto um silêncio pairou no carro até a pista de voo- 




Ele estava tenso, vai e não vai ele ia até a cabine do piloto perguntar se demoraria muito. Depois de algumas horas ele veio até nós pedindo que coloca-se os sinto pois já iriamos pousar, assim que o jatinho pisou em solo Justin retirou seu sinto e ficou de pé antes mesmo que ele parasse por completo, retirei o sinto assim que ele parou de percorrer a pista. Justin abriu a porta e eu pude sentir já o ar frio de Miami congelando meus ossos, Justin saiu na frente me deixando para trás, não estava tão escuro pelo fato de alguns andantes de Justin ter feito seu trabalho, sai ligeiramente até o carro onde ele já havia ocupado seu lugar de motorista. Calado ele estava calado ele ficou o caminho todo até chegarmos em casa, parecia que era realmente minha casa suspirei em liberdade deixando meus pensamentos desvairados de um "lar doce lar". Ele entrou na casa feito um raio e saiu pelas escadas falando com alguém no telefone, me joguei no sofá super cansada e vi ele descer as escadas pulando de dois em dois e desligando logo e seguida.




Justin: por que não dore um pouco? -falou antes mesmo de chegar perto de mim




_Farei isso já já -eram apenas 8:33 da manhã- para onde vai?





Justin: até o galpão --ele se inclinou e e selou rápido, mais tão rápido que não deu tempo nem de retribui-lo 




_Cuidado -falei quando ele estava de costas, ele não falou nada apenas colocou o celular no ouvido ligando para outra pessoa e saiu-




Me levantei rastejando do sofá, dormi o percurso todo ao contrário dele mas parecia que não dormia a anos, subi para o quarto e nem fiz o trabalho de tirar a roupa, só tirei minha saia e me joguei na cama já apagada.
Dormi em média de 6 horas eu acho e só me acordei pelo barulho da minha barriga, saímos tão apressados da casa de seu pai que não comemos nada. Me levantei e pus um shorts qualquer jeans e desci para a cozinha, a casa estava em um puro e deliciosos silêncio com certeza ele não havia chegado, peguei biscoitos e um suco de morango na geladeira  e fui para piscina me sentando na sombra, minha tarde seria péssima se eu ficasse em casa, sozinha e ainda sem fazer nada. Assim que terminei de comer subi novamente para tomar um banho, vesti uma camiseta de malha to azul e uma calça escura acompanhado de um snike marro claro, fiz um rabo de cavalo em meus cabelos e passei um pouco de pó e delineador em meu rosto e fui até a garage, escolhi uma ferrari branca, tive que dizer aos seguranças que ia dar uma volta e se ele não me deixassem sair meteria o carro no portão, eles recuaram e abriram o portão para mim, dirigi até minha casa a minha verdadeira casa, indentifiquei ao porteiro e ele liberou para que eu entrasse então estacionei no jardim mesmo e corri até a porta já abrindo.




_Alguém em casa? -disse colocando apenas minha cabeça para dentro da casa e logo em seguida meu corpo- olá -obtive um brunido vindo da cozinha, fechei a porta e fui até lá me deparando com uma cena assustadora, bizarra e o maior de tudo inacreditável- pai? -franzi as sobrancelhas ao ver meu pai com um avental amarrado e seu pescoço, ele preparava algum tipo de lanche da tarde, assim que me viu abriu um sorriso de orelha a orelha.





James: filha -ele largou tudo e tirou o avental e veio me abraçar- que saudades da minha pequena.




_Pai, eu tenho 17 anos não me trate como se tivesse menos dez anos -disse sendo espremida por ele-




James: pra mim sempre será a minha pequena que caia e vinha correndo para meu colo chorando.



_Ai meu Deus -revirei os olhos rindo e retribui o abraço na mesma intensidade- o que anda fazendo? -me separei dele para o ver elhor-



James: o fato de hoje ser a folga de Lucy e eu não querer comer pizza ou cmida mexicana como sempre fizemos.



_Então o que é isso? -disse apontando para uma tigela-



James: tacos...



_Legal você falar das comidas mexicanas e preparar elas.



James: mais são caseiras olha -disse pegando-



_Então a que comemos são o que?



James: acho que esse Justin está te deixando inteligente de mais-



_Pai! -lhe repreendi por ter me chamado de burra-



James: ok, já parei -ele pegou a tigela cheia de tacos e colocou na mesa já se sentando- não vai querer?



_Claro que si -fui até a geladeira pegando uma garrafa de água mineral e uma cerveja para ele, abri e coloquei os dois na mesa-



James: e como vai você e o seu namorado?



_Desde quando se importa?



James: desde quando te andei para lá para ele te proteger, coisa que eu não consigo. -havia um pouco de decepção em sua voz, ele tomou um gole de sua cerveja e sorriu de lado-



_Pai, para com isso, você sempre me protegeu muito bem, não é atoa que os monstros do meu armário nunca me pegara -lhe tirei um sorriso bem melhor-



James: tem razão.



_Ontem viajamos, ele me apresentou ao pai dele.



James: para onde foram?



_Canadá.



James: o que? sem me avisar? -ele não estava furioso, estava abismado-



_Nem eu sabia, fomos de última hora -dei uma mordida e logo enchia a boca de água- caramba pai, isso ta muito picante -recusei em comer o resto-



James: do jeito que eu gosto -ele se serviu mordendo a metade-



_Pai...posso te fazer uma pergunta?



James: caro filha.



_É sobre a mamãe -ele mudou seu humor, gora estava meio sério se inclinando ele pegou em minha mão e sorriu um pouco forçado-



James: claro que pode.



_Qual era o maior sonho dela? -ele não exitou em falar, parecia que já havia decorado em sua mente-



James: que fossemos uma família feliz -aquilo me deixou feliz e triste ao mesmo tempo, meus se enchera de lágrimas, mas de emoção sorri deixando que algumas delas escorresse pelo eu rosto, eu pai abriu os braços e eu corri para seu colo e o abracei sentando e seu colo.
Passei em média de uma hora e meia em casa depois resolvi voltar, no memento que cheguei Justin estava descendo do carro, ele me olhou confuso e esperou que eu desse-se.



Justin: por onde andou? -ele estava de óculos e sua fala saiu meio pesada-



_Fui em casa -disse travando fechando a porta do carro-



Justin: sabe que essa aqui é sua casa.



_Minha segunda casa, a primeira foi onde me criei -disse o corrigindo e chegando perto-



Entramos em casa e ele foi logo tirando a camisa e jogando no chão, peguei bufando ela e coloquei no quartinho perto da máquina de lavar e voltei para sala onde ele só estava de cueca com as pernas em cima do centro e a calça também no chão.



_Lembrando que você não tem empregada no momento - sai chutando suas pernas até ele tirar-



Justin: foi mal amor -peguei a calça e sai novamente para o quartinho mas antes de sair da sala ele gritou- ME TRAZ UMA CERVEJA!

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